Direito Imobiliário

Direito Imobiliário em Palhoça e região

O Direito Imobiliário trata das questões que envolvem a propriedade e a posse de imóveis: compra e venda, documentação, regularização e disputas sobre o bem. É uma área em que os documentos fazem grande diferença. Matrícula, contratos, certidões e registros em cartório costumam definir se uma situação pode ser resolvida por acordo, diretamente em cartório ou apenas pela Justiça. Situações comuns envolvem imóveis sem escritura registrada, contratos de compra e venda sem a transferência concluída e construções sem averbação. Buscar orientação jurídica antes de assinar, pagar ou regularizar costuma evitar problemas futuros. O objetivo do acompanhamento jurídico é entender a situação do imóvel e da documentação e indicar o caminho adequado para cada caso.

Rafael Carvalho, advogado em Palhoça/SC

Rafael CarvalhoAdvogado · OAB/AM 10.485 · Palhoça/SC

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Como o Dr. Rafael pode ajudar

Frentes de atuação em direito imobiliário

Usucapião

Reconhecimento da propriedade de quem exerce a posse de um imóvel de forma contínua e sem oposição durante o tempo exigido em lei. Os prazos e requisitos variam conforme a modalidade (de 2 a 15 anos, conforme o caso), e o pedido pode ser feito pela Justiça ou, quando não há conflito e os requisitos estão presentes, diretamente em cartório.

Adjudicação compulsória

Medida para quem comprou um imóvel e pagou o preço, mas não consegue a escritura porque o vendedor se recusa a outorgá-la ou não é mais localizado. Dependendo do caso, pode ser feita em cartório ou pela Justiça, com análise do contrato, dos comprovantes de pagamento e da situação do imóvel.

Regularização de imóveis

Orientação para colocar a documentação do imóvel em ordem: matrícula, averbação de construção ou reforma, retificação de área, registro de contratos e transferência de propriedade, inclusive quando o imóvel ainda está em nome de pessoa falecida ou de terceiro.

Compra e venda e contratos

Análise de contratos de compra e venda e de promessas de compra e venda, com conferência da matrícula e das certidões antes da compra, para reduzir o risco de dívidas, penhoras ou ônus que recaiam sobre o imóvel.

Rescisão, distrato e corretagem

Discussões sobre rescisão de contrato, devolução de valores pagos, atraso na entrega do imóvel e cobrança de comissão de corretagem, com análise do contrato, dos pagamentos realizados e do que foi combinado entre as partes.

Imóvel penhorado (embargos de terceiro)

Atuação de quem teve um imóvel penhorado ou bloqueado em um processo do qual não faz parte, por meio dos embargos de terceiro, para discutir se o bem pode responder por aquela dívida, com análise do histórico de posse e da documentação.

Dúvidas comuns

Perguntas frequentes

Usucapião precisa sempre de ação judicial?

Nem sempre. Quando não há conflito sobre o imóvel e os requisitos estão presentes, o pedido pode ser feito diretamente em cartório, com a participação de um advogado. Havendo oposição de vizinhos, do proprietário registrado ou dúvidas sobre a documentação, o caminho costuma ser a Justiça.

Quanto tempo de posse é necessário para pedir usucapião?

Depende da modalidade. Os prazos previstos em lei variam, em geral, de 2 a 15 anos, conforme fatores como o uso do imóvel como moradia, a existência de justo título, a boa-fé e o tamanho da área. Só a análise do caso concreto permite dizer qual modalidade se aplica.

O que é adjudicação compulsória?

É o procedimento para obter a escritura e o registro do imóvel em nome de quem comprou e pagou, quando o vendedor não faz a transferência. Pode envolver cartório ou processo judicial, a depender das circunstâncias e dos documentos disponíveis.

Comprei um imóvel só com contrato e sem escritura. Estou desprotegido?

O contrato é um documento importante, mas a propriedade de um imóvel só se transfere com o registro do título na matrícula. Sem isso, o imóvel continua em nome de quem vendeu e pode ser atingido por dívidas ou processos dessa pessoa. Por isso, vale buscar orientação para avaliar como regularizar a situação.

Que documentos costumam ser necessários em casos de imóvel?

Em geral: matrícula atualizada, contrato ou comprovantes de pagamento, documentos pessoais, certidões do imóvel e do vendedor, IPTU e comprovantes de posse, como contas de consumo. A lista exata varia conforme o caso.

Como funciona a primeira conversa sobre o meu caso?

Você fala diretamente com o Dr. Rafael pelo WhatsApp, contando a situação do imóvel e da documentação com suas próprias palavras, para que seja possível entender o caso antes de uma orientação mais detalhada. A conversa inicial não substitui a análise individual dos documentos.

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